quinta-feira, 23 de abril de 2009

Anderson comanda a vitória da Adeafi

O Foz do Iguaçu Adeafi manteu a invencibilidade jogando em casa na Chave Ouro do Campeonato Paranaense. Com um público de mais de mil pessoas, a equipe venceu o Paraná Clube/Vale Fértil por 4 a 2, na noite desta quarta-feira no Ginásio Costa Cavalcanti, e subiu para a sexta colocação no campeonato. Agora, a equipe iguaçuense se prepara para já no sábado enfrentar o Imperium/Tim Cellutel/P.M. Guarapuava, em Guarapuava.
O destaque da partida foi o ala Anderson Andrade. A torcida que compareceu mesmo com a chuva e o dia atípico em que a partida foi realizada, pedia o Anjo Loiro. Mesmo mancando – o jogador sentiu uma lesão na perna direita durante o aquecimento – Anderson entrou na segunda etapa e mudou a história da partida. Com seus dribles desconcertantes e sua vibração, o ala incendiou a torcida e o jogo, conduzindo o Foz do Iguaçu Adeafi a mais uma vitória.
O jogo também marcou a estreia do fixo Léo e do ala Café. Com um gol de cada, os dois deram um bom cartão de visitas para a torcida iguaçuense.
Porém, o jogo não teve apenas boas notícias. O ala Anderson tomou o terceiro cartão amarelo e cumprirá suspensão automática, desfalcando a Adeafi na próxima partida. "Claro que sentiremos a falta do Anderson dentro de quadra. Mas essa suspensão vem em boa hora, afinal com esse tempo ele poderá recuperar e voltar 100% para ajudar nossa equipe", explicou o técnico Cristiano Cidrão. Outro desfalque para a próxima partida é o fixo Paulo Evandro, que foi expulso no jogo desta quarta-feira.

O jogo
O início do jogo deu a impressão que o Foz do Iguaçu Adeafi atropelaria o Paraná Clube. Com pouco menos de dois minutos de jogo, em cobrança de falta ensaiada, Marcelinho chutou forte e fez 1 a 0 para a Adeafi.
Logo depois do gol, a equipe começou a perder gols e o Paraná Clube começou a equilibrar a partida. Depois de chances perdidas com Carlos André, Sidney, e inclusive duas bolas na trave de Marcelinho e Café, o Paraná começou a ameaçar a meta do goleiro Ilbério. Até que, nos segundos finais da primeira etapa, Villa empatou a partida.
Na segunda etapa, a equipe paranista voltou melhor. Aos 2 minutos o fixo Paulo Evandro levou o segundo cartão amarelo e foi expulso. Com um jogador a mais, o Paraná Clube/Vale Fértil conseguiu a virada. Faltando apenas 3 segundo para a equipe iguaçuense reestabelecer o quarteto em quadra, Batata virou o jogo.
A partir daí a história da partida resume-se a um nome: Anderson. Mesmo lesionado, o Anjo Loiro foi a quadra e incendiou a partida. Empolgando os torcedores e arriscando chutes de todas as partes, Anderson empurrou também a equipe, que cresceu na partida.
Encurralando o Paraná em busca da virada, o Foz do Iguaçu Adeafi empatou aos 11 minutos com Léo. Aí foi só questão de tempo para a virada. Aos 15 minutos, Anderson fez o terceiro, e virou o jogo para a Adeafi. Na comemoração, emocionado, o ala chorou muito.
Depois do gol da virada, o Paraná tentou pressionar o Foz, mas, em um contra ataque rápido, Café marcou e decretou a vitória da equipe iguaçuense.
Fonte: Assessoria de Imprensa da ADEAFI .
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Procurador rejeita denúncias do LEC

Futuro do Tubarão na Primeira Divisão do Campeonato Paranaense será definido até amanhã pelo TJD

Curitiba - O Londrina pode ter seu destino no futebol estadual decidido até amanhã, último dia do prazo de 30 dias que o clube tem para que os recursos apresentados ao TJD-PR contra o Rio Branco, Cianorte e Engenheiro Beltrão sejam julgados pelo presidente do tribunal, Ivan Bonilha. Caso os recursos sejam arquivados ou considerados improcedentes, o clube poderá ingressar com um mandado de garantia para que o processo seja levado à outras instâncias.
O primeiro parecer, entregue pelo procurador Levi Rocha, que relatou o caso, foi desfavorável ao Londrina. O presidente Ivan Bonilha o devolveu à Procuradoria-Geral para que seja realizada uma nova análise.
Para o advogado Ricardo Ramalho, que defende o Londrina, este é um caso que deve resgatar a moralidade no esporte. ''São fatos com documentos, está tudo registrado e vamos levar adiante esse problema. É uma questão que envolve os princípios da ética e da moralidade em nosso futebol'', afirmou.
No caso dos atletas Safira, do Engenheiro Beltrão, e Elton, do Cianorte, o Tubarão alega que os contratos dos jogadores superam o tempo máximo previsto pela Lei Pelé, de cinco anos. ''Relatei que isto não procede porque os contratos dos atletas foram renovados em 2008, estando dentro dos prazos legais estipulados pela legislação'', ressalta Levi Rocha.
A reclamação restante é em relação à suposta escalação irregular do volante Orlei, do Rio Branco, na partida contra o Iguaçu - os advogados do LEC alegam que neste jogo o atleta deveria cumprir suspensão automática, por ter recebido o terceiro cartão amarelo. Mas, no entender da Federação Paranaense de Futebol, Orlei já havia cumprido a suspensão anteriormente.
A diferença nas contagens dos cartões deve-se à advertência que o volante recebeu no começo da partida contra o Cianorte, interrompida pela chuva e reiniciada dias depois. Para o Londrina, este cartão foi cancelado com a interrupção da partida, fato desmentido pelo parecer do procurador, que afirma que o cartão recebido na primeira parte da partida tem que ser mantido.
Luciano Balarotti Julio Cesar Lima - Folha de Londrina

Nota: Parece que isso não vai dar em nada...
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Resultados Divisão de Acesso 2011

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Fonte: www.futebolparanaense.net